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Regulamento Paranaense 2016

REGULAMENTO CAMPEONATO PARANAENSE DE RC 1/8 OFF ROAD BUGGY & 1/8 TRUGGY 2016

 

I – INTRODUÇÃO

Ressaltamos que a regulamentação a seguir é baseada no regulamento EFRA e IFMAR, todavia as alterações realizadas pelos organizadores e participantes prevalecerão sobre quaisquer outros regulamentos, afim de que sejam adaptadas às condições mínimas para a realização deste campeonato, sendo que as hipóteses não previstas neste regulamento serão decididas pela Comissão Organizadora.

Este campeonato é reconhecido pela Federação Brasileira de Automodelismo RC – FEBARC o campeonato estadual no Paraná.

 

A- ­ COMISSÃO ORGANIZADORA

A autoridade máxima do evento, a qual caberá a responsabilidade de tomar decisões em situações não previstas neste regulamento é formada pelo Alexandre Nabhan, Stefan Flejs, Raul Marechal, Fabiano Paranagua. Cabe a esta comissão organizar os calendário anual do campeonato e as sedes onde será realizadas as etapas durante o ano.

A.1 LOCAIS E DATAS DO CAMPEONATO PARANAENSE 2016

1° etapa – Campo Mourão (RCCM automodelismo) – 20/02/2016

2° etapa – Marechal Candido Rondom (Japa Racing) – 19/03/2016

3° etapa – Pontal do Paraná – 16/04/2016

4° etapa – Curitiba – 21/05/2016

5° etapa – Campo Mourão (RCCM automodelismo) – 18/06/2016

6° etapa – Curitiba (Bull Racing) – 23/07/2016

7° etapa – Marechal Candido Rondom (Japa Racing) – 27/08/2016

Setembro – Campeonato Brasileiro.

8° etapa – Pontal do Paraná – 22/10/2016

9° etapa – sorteio realizado no dia 22/10 na etapa de Pontal do Paraná, todas as sedes poderão se candidatar.

As datas das etapas serão divulgadas via redes sociais;

Os sites oficiais do campeonato serão: www.rccm.com.br, amecrc.wordpress.com/ e www.febarc.org.

 

 

B- ­ DIRETORES GERAIS

O representante oficial da Organizador do evento é o Stefan Flejs e Alexandre Nabhan, o qual será responsável pela supervisão geral do evento, decidir de promover ou não a etapa, chefe da comissão organizadora, recebimento das inscrições, realização do “Chek­List” para certificação das condições mínimas necessárias para a realização do evento e garantia do cumprimento do cronograma. Os diretores gerais junto à organização do evento são responsáveis a atribuir os cargos de Diretor de prova, Diretor Técnico, Fiscal de Box e Cronometrista. É possível que o acumulo de função desde que não afete o andamento da corrida.

 

C- ­ DIRETOR DE PROVA

A autoridade máxima durante a prova e deverá ter conhecimento do regulamento e sob sua responsabilidade ficarão/estarão:

Contratação dos Fiscais de Box;

Aplicação do Regulamento de maneira totalmente imparcial;

Montagem e teste do sistema de som;

Montagem dos Grids das tomadas de tempo e provas;

Seguir o cronograma de provas;

Manutenção das cargas dos sensores;

Aferição das condições da pista juntamente com o representante dos pilotos;

Orientação e supervisão dos fiscais de box na montagem dos equipamentos de  vistoria técnica;

Orientação aos Re­colocadores;

Aplicação de penalidades e respectivo registro no livro de atas;

Recolher e acondicionar de maneira adequada o equipamento de som;

Recolher os relatórios finais do Cronometrista e entregar ao Diretor Geral;

Sendo: Resultado geral das tomadas de tempo;

Resultados das provas sub­finais e final;

Volta a volta da prova final;

Lista completa dos pilotos pagantes;

Relatório de providências para prova / etapa.

 

D– DIRETOR TÉCNICO

O responsável pela aplicação das Especificações Técnicas deste campeonato de maneira totalmente imparcial e sob sua responsabilidade ficarão/estarão:

Vistoriar e liberar ou não o carro para a lacração, fazendo valer o regulamento do campeonato, tendo poderes para não liberar o carro para a prova ou desclassificar o piloto que apresentar irregularidades técnicas em seu carro durante o evento.

Poderá o Diretor Técnico, a qualquer tempo da prova  (tomadas de tempo e sub finais), requisitar qualquer carro para uma vistoria mais detalhada (executando se abertura de motor que será feita somente na prova final ou a qualquer tempo sob pedido de vistoria feito por outro piloto ), devendo o piloto e/ou mecânico responsável acompanhar a respectiva vistoria.

Responsável pela fixação do cronograma de prova em lugar visível para todos os pilotos, fazendo valer os horários determinados no mesmo, bem como as penalizações para os pilotos que chegarem atrasados. Garantir e ter em mãos o Regulamento Técnico e Classificação Geral dos Pilotos, ajudando o diretor de prova na formação dos hits de tomadas de tempo.

O supervisão e orientação dos fiscais de box durante as vistorias técnicas e vistoria após as tomadas de tempos, sub finais e final.

Informar ao Diretor de Prova irregularidades e atitudes antidesportivas durante toda prova.

O responsável em recolher os carros dos 1º, 2º e 3º lugares da prova final, mais 1 (um) carro a ser sorteado entre os demais participantes da prova final para a vistoria técnica, não permitindo acesso ao carro ao piloto e/ou mecânico antes da vistoria final.

E -­ FISCAIS DE BOX

São os auxiliares do diretor de Provas e trabalharão sob sua orientação e supervisão. Sob sua responsabilidade ficarão/estarão:

Isolamento do local para vistoria técnica caso necessário;

Verificar se algum piloto está manuseando seu rádio fora do horário autorizado pelo Diretode Prova;

Montagem e checagem dos equipamentos para vistoria técnica;

Proceder a vistoria técnica e lacração dos carros;

Montagem das planilhas de vistoria dos carros;

Checagem dos números dos carros;

Manutenção da ordem nos boxes;

Realização de vistorias após término das provas / tomadas;

Auxiliar o Diretor de Prova na fiscalização dos pilotos;

Informar ao Diretor de Prova irregularidades e atitudes anti desportivas durante toda prova

Recolher e acondicionar os equipamentos de vistoria técnica de maneira adequada, evitando avarias de acomodação e transporte.

 

F – CRONOMETRISTA

É o responsável pelo sistema de cronometragem das provas, devendo ter conhecimento de informática e do programa utilizado para a organização e aferição de resultados (AMB) e sob sua responsabilidade estarão/ficarão:

Montagem do Sistema;

Colocação de Monitores nos box;

Checagem do Microcomputador, impressora, teclado, mouse, etc. ;

Checagem do sinal dos sensores;

Checagem da rede elétrica;

Montagem da lista de pilotos por categoria;

Montagem da lista de freqüências;

Montagem dos “hits” das provas obedecendo a classificação dos pilotos no campeonato fornecida pelo Diretor de Geral;

Emitir e afixar listas e resultados no quadro de avisos;

Emitir no final os relatórios de participantes e classificação final de todos os pilotos participantes em 02 vias e o “volta a volta” da prova final em 01 via e entregar ao Diretor de Prova;

Informar ao Diretor de Provas a ocorrência de frequências iguais;

Ausência de registro de tempo pelos sistema;

Alterações significativas de tempo a menor;

Pane no sistema;

Garantir a integridade e lisura dos registro;

Recolher e acondicionar de maneira adequada os equipamentos, evitando avarias de transporte e acomodação.

 

G – RE­COLOCADORES:

Nos treinos livres, treinos cronometrados, tomadas de tempo e corridas, os pilotos serão os re­colocadores, sendo distribuídos da seguinte forma:

Caso tenha 7 grupos: A B C D E F G

Grupo G gandula para grupo A.

Grupo A gandula para grupo B

Grupo B gandula para grupo C

Grupo C gandula para grupo D

Grupo D gandula para grupo E

Grupo E gandula para grupo F

Grupo F gandula para grupo G

Será verificado com as sedes sob a possibilidade de disponibilizar 3 re­colocadores contratados que devem estar a disposição da organização do evento para reserva durante  os treinos livres, treinos cronometrados e tomadas de tempo;

O organizador do evento poderá disponibilizar recolocadores contratados para todo o evento, desde que sejam em números suficientes para o normal andamento da corrida;

O diretor tem livre arbítrio para adicionar, retiara, trocar a posição dos recolocadores, podendo citar onde e quais pilotos irão realizar esta função.

O Organizador disponibilizará luvas e óculos de segurança;

Serão os responsáveis pela reposição do carro na pista, transporte do carro até o box em caso de quebra ou pane, entregando­o ao Fiscal de Box e limpeza da pista se necessário;

Deverão ser devidamente instruídos para a função designada;

G.1 Piloto que não atua como recolocador

O piloto pode pedir dispensa ao Diretor de prova, quando participar na próxima corrida (por exemplo: O piloto correu de Buggy e na sequencia vai correr de Truugy);

O piloto pode se fazer substituir por outra pessoa; o importante é que esteja alguém no seu lugar;

Caso o piloto não atenda o chamado de ser re-colocador nas tomadas de tempo, terá o seu melhor hit desconsiderado;

Caso o piloto não atenda o chamado de ser re-colocador nas corridas, será desclacificado da última corrida.

 

 

II ­ DA CORRIDA

A -­ HORARIO DO EVENTO

Inicio das atividades: 07h00

Almoço: 12h00 a 13h00

Final das atividades: 18h00

Os horários dos eventos poderão ser alterados pelo organizador, desde que informe com antecedência mínima de uma semana da data marcada do evento.

 

B – CRONOGRAMA

Horário das Atividades.

Será informado no “INFORMATIVO PARTICULAR DA PROVA”, fixado no mural do evento.

O cronograma detalhado será divulgado pelo organizador de acordo com as inscrições.

Fica a cargo do organizador do evento fornecer e divulgar o cronograma oficial do evento com antecedência mínima de uma semana da data marcada da realização da etapa.

O Diretor de Prova poderá colocar até 14 pilotos no mesmo hit de treinos livres, treinos cronometrados e tomadas de tempo, se assim for necessário para garantir a manutenção do cronograma do evento.

 

C – TREINOS LIVRES E CRONOMETRADOS

Somente poderão participar dos treinos cronometrados os pilotos que se apresentarem para fazer o registro e lacração do chassi e estiver com os Adesivos de Identificação no carro.

O número do adesivo será determinado pelo número da inscrição no evento.

O treino livre será de 10 (dez) minutos por categoria

Os pilotos terão warm up de 3 (três) minutos para aquecimento de motores e ajustes finais.

O tempo dos treinos livres e do warm up poderá ser alterado pelo diretor de prova, conforme a necessidade.

 

D – TOMADAS DE TEMPO, SEMI FINAIS E FINAIS:

Até 12 pilotos: tomadas e final direto

De 13 a 24 pilotos: 02 semifinais

De 25 a 36 pilotos: 1 ou 2 quartas de final

Ao final de cada tomada de tempo será atribuída uma pontuação aos pilotos.

1º 25

2º 23

3º 22

4º 21

5º 20

6º 19

7º 18

8º 17

9º 16

10º 15, e vai decrescendo 1 ponto em diante.

A pista fica fechada nos intervalos entre cada tomada de tempo.

Será considerado “top qualify – TQ” o piloto que obtiver a maior pontuação na soma das 3 melhores tomadas de tempo.

Em caso de empate na pontuação entre dois ou mais pilotos, o critério de desempate será o melhor desempenho no critério voltas/tempo de cada piloto.

Ao “top qualify” (piloto melhor classificado nas tomadas de tempo) serão atribuídos 2 (dois) pontos de bonificação (caso o piloto utilize como descarte a prova na qual ele obteve a bonificação pela “top qualify”, estes também deverão ser descartados).

D.1.1 – ATÉ 12 PILOTOS

Até 12 pilotos: serão realizadas 4 (quatro) séries de tomadas de tempo com duração de 10 minutos cada, onde serão consideradas as 3 melhores de cada piloto.

Duração:

FINAL BUGGY PRO ­ 45 (quarenta) minutos

FINAL BUGGY SPORT (trinta) minutos

FINAL TRUGGY – 35 (trinta) minutos

D.1.2 – 13 a 24 PILOTOS

No caso de 13 a 24 pilotos, as tomadas serão divididas pelo Diretor de Prova em 02 (dois) grupos e serão realizadas 3 (três) séries de 10 minutos cada, onde serão consideradas as 3 melhores de cada piloto.

Grupo A: pilotos com inscrição PARES

Grupo B: pilotos com inscrição ÍMPARES

Classificam-se para a prova final os 12 melhores colocados entre as duas semi-finais (volta/tempo);

Semi-finais duração 20 minutos

Semi B: pilotos classificados nas posições ímpares na tomada de tempo, ou seja, 1º,3º,5º,7º,etc…

Após a Semi B, todos os carros ficarão retidos com a direção de prova até o final da Semi A, sem exceção.

Semi A: pilotos classificados nas posições pares na tomada de tempo, ou seja, 2º,4º,6º,8º,etc…

Prova final será realizada entre os 12 melhores colocados entre as duas semi-finais (volta/tempo);

Duração:

FINAL BUGGY PRO ­ 45 (quarenta) minutos

FINAL BUGGY SPORT (trinta) minutos

FINAL TRUGGY – 35 (trinta) minutos

Em virtude do horário e do cronograma de corrida, o Diretor de Prova poderá eliminar as tomadas de tempo, e/ou reduzir o tempo de duração da prova, o que for necessário para que haja tempo suficiente para o término da competição.

D.1.3 – 25 a 36 PILOTOS

No caso de 25 a 36 pilotos, as tomadas serão divididas pelo Diretor de Prova em 03 (três) grupos e serão realizadas 3 (três) séries de 7 minutos cada, onde serão consideradas as 3 melhores de cada piloto.

Grupo A: pilotos com inscrição 1-4-7-10-13-16-19-22-25-28-31-34

Grupo B: pilotos com inscrição 2-5-8-11-14-17-20-23-26-29-32-35

Grupo C: pilotos com inscrição 3-6-9-12-15-18-21-24-27-30-33-36

Os 16 primeiros melhores classificados no critério volta/tempo, estão classificados diretamente para semi-final.

1º-3º-5º-7º-9º-11º-13º-15º estão na semi B;

2º-4º-6º-8º-10º-12º-14º-16º estão na semi A;

Provas Quarta de Final (no caso de 25 a 36 pilotos)

Duração:15 minutos

Até 12 pilotos, somente será realizada uma única Quarta-de-Final

Quarta B: pilotos classificados nas posições ímpares na tomada de tempo que não se classificaram

para as semi-finais, ou seja,17º,19º,21º,23º,25º,27º,29º,31º,33º,35º.

Quarta A: pilotos classificados nas posições pares na tomada de tempo que não se classificaram para as semi-finais, ou seja, 18º,20º,22º,24º,26º,28º,30º,32º,34º,36º.

Os 8 melhores colocados entre as duas quartas de final (volta/tempo) estão classificados para as semifinais.

Resultado da quartas de final: 1º-3º-5º-7º estão na semi B;

Resultado da quartas de final: 2º-4º-6º-8º estão na semi A;

Semi B 1º-3º-5º-7º-9º-11º-13º-15º da tomada de tempo + 1º-3º-5º-7º das quartas de final;

Após a Semi B, todos os carros ficarão retidos com a direção de prova até o final da Semi A, sem exceção.

Semi A 2º-4º-6º-8º-10º-12º-14º-16º da tomada de tempo + 2º-4º-6º-8º das quartas de final;

Prova Final: 12 melhores colocados entre as duas semi-finais (volta/tempo);

Duração:

FINAL BUGGY PRO ­ 40 (quarenta) minutos

FINAL BUGGY SPORT (trinta) minutos

FINAL TRUGGY 30 (trinta) minutos

Em virtude do horário e do cronograma de corrida, o Diretor de Prova poderá eliminar as tomadas de tempo, /ou reduzir o tempo de duração da prova, o que for necessário para que haja tempo suficiente para otérmino da competição.

A TOMADA DE TEMPO SERÁ LANÇADA. O Diretor de Prova abrirá a pista três minutos para aquecimento e quando faltar um minuto e depois 30 segundos fará um aviso aos participantes do heat. Após esse minuto o Diretor comunicará o início do heat. Todos os pilotos devem abrir o seu tempo, antes que o 1 piloto feche sua 1 volta. Os pilotos que não o fizerem, não conseguirão fechar seu treino / tomada completos.

Nenhum carro (qualquer categoria) poderá correr sem identificação (número), sob pena de ser desclassificado do hit.

A LARGADA DAS PROVAS QUARTAS DE FINAIS, SEMI FINAIS E FINAL será na pista ao estilo “Le Mans”

Nenhum carro (qualquer categoria) pode realizar a tomada de tempo sem identificação (número), sob pena de perder o hit.

 

E – PROCEDIMENTOS DE CORRIDA – CATEGORIA BUGGY / TRUGGY

E.1 Sub finais e Finais

Através de contagem regressiva iniciada com o número 10, ao chegar ao número 04 da contagem, os carros deverão ser colocados no chão da pista pelo mecânico e este deverá se afastar do grid e sair da pista. Os pilotos aguardarão “valendo” do Diretor de provas nos próximos segundos (a qualquer momento) para a largada.

Será permitido apenas 1 (um) mecânico no grid de largada e será permitido o uso de partida (“caixa de starter” ou starter manual) e glow.

E.2­ Posição no palanques e boxes

Nas semifinais e finais, o Diretor de prova chamará os pilotos de acordo com a ordem de largada a ocuparem o palanque, sendo acompanhado na mesma posição por seus mecânicos nos boxes abaixo.

Para os treinos livres, tomada de tempo, oitavas de final e quartas de final a disposição será livre e os pilotos deverão agir com o bom senso.

E.3 – Aquecimento (warmup)  tomadas de tempo / subfinais e finais

Antes do início das tomadas de tempo e das provas subfinais, será dado um tempo de 3 minutos para aquecimento e ajuste dos carros, contados a partir do momento que a pista for aberta pelo Diretor de Prova.

E.4 – Solicitação de Tempo

Será permitido, somente, nas semifinais e finais, a solicitação de um tempo técnico de 10 (dez) minutos aos pilotos que durante o warmup de 3 (três) minutos das referidas provas tiverem problemas técnicos com o seu equipamento (carro);

O tempo técnico somente terá validade, quando o piloto estiver com o carro na pista durante o warmup e tiver algum problema com o seu equipamento, ou seja, não terá validade a solicitação de tempo técnico, quando o piloto estiver fora da pista (warmup) ou no pit (box);

A finalidade do tempo técnico é solucionar um problema do piloto que ocorrer durante o warm up e não um tempo “extra” para o piloto revisar o carro para corrida;

O tempo técnico deverá ser solicitado antes do final do warmup, para sua validade;

Caberá ao fiscal de box e ao diretor de prova validar a solicitação do tempo técnico, cabendo a eles verificarem se de fato o piloto estava correndo o warmup e qual o problema do carro;

Após decorrido os 10 (dez) minutos do tempo téncico, o Diretor poderá ou não liberar novamente um warmup de 3 (três) minutos para aquecimento dos motores. Durante o novo warmup ão haverá mais possibilidade de pedido de tempo;

Durante o tempo técnico nenhum piloto ou mecânico entrará na pista – a pista estará fechada;

O piloto que solicitar tempo técnico largará dos boxes após a autorização do Diretor de prova.

E.5­ Na prova final

Assim que o Diretor de Prova determinar o final da prova, nenhum mecânico poderá ter acesso ao carro e o mesmo não poderá entrar nos boxes, devendo o piloto parar seu carro no grid de largada, onde o Diretor Técnico recolherá todos os carros para proceder a vistoria.

Ao final da prova semifinalB os carros serão retidos na vistoria até o final da semifinalA.

E.6 Penalização

Serão penalizados os pilotos que movimentarem seus carros antes do “valendo” pelo Diretor de Prova (queima de largada é qualquer movimentação do carro e não a ultrapassagem da linha de largada, ou seja, assim que o carro for colocado na pista pelo mecânico, o carro não poderá se movimentar até a ordem de largada pelo diretor de prova ).

O piloto, também, será penalizado caso o seu mecânico não siga o procedimento de largada;

 

III ­ DA REGULARIZAÇÃO DE PILOTOS E MECÂNICOS

A ­ – CONDIÇÃO DE PARTICIPAÇÃO:

Cada piloto poderá se inscrever nas provas mediante o pagamento da sua inscrição. A inscrição é individual e cada piloto poderá participar somente com um carro por categoria. Sua inscrição e seu carro são intransferíveis.

 

B – FORMAS DE PAGAMENTO

As inscrições serão feitas através do site da organização do evento e no dia do evento, diretamente no local.

Buggy PRO: R$ 120,00

Buggy OPEN: R$ 90,00

Truggy: R$ 120,00

Buggy PRO e Truggy: R$ 160,00

Buggy OPEN e Truggy: R$ 150,00

Sem a regular inscrição, o piloto não participará do evento.

 

C ­ PARTICIPANTES POR PILOTO

Cada piloto poderá ter somente 1 (um) mecânico com direito a permanecer nos boxes durante o treino cronometrado e tomadas de tempo. Durante as provas subfinais e as provas finais cada piloto poderá ter até 2 (dois) mecânicos no Box, sob pena de ser penalizado com “stop go”.

 

D ­ ESTACIONAMENTO

Serão privilegiados aos veículos que contenham materiais necessários para a realização da prova (pilotos, mecânicos e organizadores) a estacionarem o mais próximo da pista, obedecendo a ordem de chegada. No caso de lotação deverão ser adotados os princípios da cortesia e solidariedade, costumeiros em nosso meio. Os visitantes ocuparão a parte mais distante ou externa.

 

F ­ FREQUÊNCIAS DE RÁDIO / TRANSPONDERS

Em caso da ocorrência de frequências iguais durante as tomadas de tempo, o Diretor de prova deverá chamar os pilotos e propor a troca de frequência dentro do espírito esportivo. Caso não ocorra a troca os pilotos deverão ser separados dos hits de tomadas. Nas provas sub finais a preferência absoluta é do piloto melhor classificado para a largada da mesma, não cabendo recurso.

Será utilizado o sistema de cronometragem Mylaps AMB. Todos os pilotos deverão utilizar um Transponder Personal AMB Mylaps. Os Transponders, instalação e manutenção do mesmo são de inteira responsabilidade do piloto. A organização não tem nenhuma responsabilidade por falhas ou o não funcionamento e nem mesmo da instalação do equipamento no carro.

Obs. Em nenhuma hipótese poderá adicionado manualmente voltas ou tempos por falhas no funcionamento de Transponder Personal.

 

G ­ PROCEDIMENTO DOS MECÂNICOS NOS BOXES

Os mecânicos deverão se posicionar nos boxes correspondentes ao do piloto no palanque. Os pilotos deverão parar os carros no boxe correspondente ao seu mecânico.

CABE RESSALTAR QUE O PILOTO É RESPONSÁVEL POR QUALQUER MEMBRO DE SUA EQUIPE (MECÂNICOS, CRONOMETRISTAS e AJUDANTEs), RESPONDENDO ASSIM, POR QUAISQUER ATOS E ATITUDES DO(S) MESMO(S).

Não será permitido aos mecânicos:

Obstruir o fluxo nos boxes;

Parar os carros com os pés;

Falar palavras de baixo calão aos pilotos, gandulas ou qualquer participante da prova;

Abastecer e realizar reparos fora do boxe e na pista de acesso aos boxes;

Entrar / avançar sobre a pista em qualquer hipótese, a não ser por solicitação do Diretor de Prova;

Retirar o carro dos boxes após o término da prova e tomadas sem vistoria técnica (penalização =   desqualificação da prova ou tomada de tempo);

Interferir de forma verbal no andamento da prova em qualquer nível;

Violar ou substituir o chassis lacrado do carro sem aviso e autorização da Direção da Prova (penalização de desclassificação;

Passar o sensor na antena de captação do sinal deliberadamente.

São deveres dos mecânicos

Receber os carros dos re­colocadores para reparos somente nas plataformas laterais dos boxes ou na área determinada;

Recolocar os carros no lado externo da pista dos boxes (pista de rolagem) com a máxima atenção em relação a outros carros que possam estar entrando ou saindo dos boxes de forma a evitar acidentes ou obstruir outros carros;

Deixar a área dos boxes limpa e sem seus equipamentos e ferramentas;

Entregar o carro e acompanhar a vistoria do mesmo imediatamente ao final das tomadas de tempo e sub finais (exceto prova final). Não é permitida a participação efetiva do piloto na vistoria;

Adentrar nos boxes somente quando autorizado pelo Diretor de Prova;

Atenção: A não observância dos itens acima será passível de penalização ao piloto!

 

H ­ IDENTIFICAÇÃO DE PILOTOS, MECÂNICOS RÁDIOS E CARROS

Cada carro receberá uma etiqueta auto adesiva com um número que deverá ser colada na lateral direita e esquerda do carro.

Nenhum carro poderá andar sem os respectivos números, sob pena de desclassificação do hit / corrida.

Os pilotos e os mecânicos serão identificados por este número.

 

I ­ COMPORTAMENTO DE PILOTOS E MECÂNICOS

Todos os participantes deverão comportar se de maneira cordial, desportiva e ética, não sendo permitidos palavrões, ofensas gerais ou pessoais e interferências no andamento da competição. A não obediência será considerada falta grave e a respectiva desclassificação do evento.

 

IV ­ DA VISTORIA TÉCNICA

Para a Lacração de Chassis, o piloto deverá estar presente e apresentar seu carro e rádio no horário estabelecido pelo cronograma de prova.

O PILOTO É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR SEU CARRO!! SE TIVER DÚVIDAS QUANTO À ALGUM ITEM NO SEU CARRO, SOLICITE AO VERIFICADOR COMO SE FAZ A AFERIÇÃO!

 

A ­ REGRA GERAL

No início do Campeonato, TODOS OS CARROS DEVERÃO SER LACRADOS

No final de cada tomada de tempo, PODERÃO SER VISTORIADOS CARROS ESCOLHIDOS pelo Diretor de Prova.

A qualquer tempo, quando o Diretor Técnico escolher qualquer carro para uma vistoria mais detalhada durante as tomadas de tempo ou provas sub finais e finais.

Nas provas semifinais após a vistoria técnica todos os carros ficarão em parque fechado e somente serão liberados após o termino da vistoria técnica de todas as semifinais.

 

B ­ CONDIÇÕES ESPECIAIS

Qualquer piloto poderá solicitar ao Diretor de Prova vistoria técnica de qualquer carro participante. Para isso, deverá pagar uma taxa de vistoria no valor de R$500,00 (Quinhentos  reais), estar participando da prova na categoria solicitada, preencher formulário com embasamento técnico, e arcar com os custos da vistoria em favor do dono do carro vistoriado no caso da vistoria não ter procedência ( Exemplo: inutilização de qualquer peça, pneu, roda, motor, câmbio ou acessório do carro para que a vistoria seja procedida ). Caso tenha procedência à reclamação, o Diretor de Provas desclassificará ou desqualificará o piloto reclamado da etapa, e o requerente não arcará com qualquer custo da vistoria e terá o reembolso da taxa de vistoria. A ocorrência deverá ser registrada pelo Diretor de Provas no Livro de Atas do evento.

Caso a reclamação não tenha procedência ou não haja irregularidades, o reclamante perderá a taxa de vistoria para a Organizadora do Evento, sendo que esta vistoria será feita pelo Diretor Técnico

A presença dos envolvidos durante a solicitação de vistoria e julgamento é obrigatória.

A direção de prova também poderá realizar vistorias técnicas dirigidas a qualquer carro que julgar necessário, com as mesmas consequências anteriormente descritas.

 

C ­ ITENS A SEREM VISTORIADOS:

Lacre do chassis

Peso do carro (carros completos, sem sensor e com tanque vazio)

Aberturas na bolha e medidas da Asa/Aerofólio

Motor

Volume do tanque de combustível

Pneus

Pipa

Bitolas, alturas etc.

Mangueiras

E demais itens regulamentados pelo regulamento do campeonato.

 

 

VI ­ DAS SITUAÇÕES ESPECIAIS DE CORRIDA

A ­ CHUVA

Antes da prova caberá à COMISSÃO ORGANIZADORA decidir qual o procedimento em caso de chuva ininterrupta. Caso haja  possibilidade da realização da prova, a COMISSÃO ORGANIZADORA poderá encurtar e/ou diminuir o cronograma para a realização do Campeonato. Caso não cesse a chuva a corrida poderá ser adiada ou  cancelada.

Caso a prova seja adiada, fica pré agendado o proximo sabado para realização da etapa.

A COMISSÃO ORGANIZADORA poderá remarcar outra data e local para realização da etapa caso for necessáio e comunicará o novo local e data através dos sites oficiais do campeonato.

A.1 ­ Durante a competição

Caberá ao Diretor de Prova a observância dos princípios de igualdade de condições para todos os pilotos e a decisão de interromper a corrida, sendo que no caso de chuva leve a corrida deverá prosseguir.

A.2 ­ Nas tomadas de tempo:

É obrigatório o término das baterias por todos os pilotos. No caso de interrupção da tomada de tempo em virtude de chuva, as tomadas de tempo da mesma bateria que se interrompeu será cancelada, mantendo ­se, no entanto os resultados das outras baterias já realizadas.

Após o 1º piloto fechar sua tomada de tempo, todos os pilotos terão 1 minuto para terminar sua tomada de tempo.

A.3 ­ Na prova Final:

75% da prova realizada ­ considerada completa.

Até 20% do tempo ­ cancelar a prova e aguardar até 60 minutos, caso não haja mais condições, será considerado o resultado obtido para a formação do DO GRID DE LARGADA DA FINAL para a classificação.

Caso haja condições ­ Nova largada com tempo total da corrida

Após 20% do tempo ­ Interromper a corrida com manutenção da colocação dos pilotos na prova. Os carros ficarão em parque fechado e não poderá ser realizada nenhuma manutenção no carro. Aguardar 60 minutos se houver condições, reiniciar a corrida com o “grid” na ordem da interrupção, completando o tempo total ou pelo menos os 75% do tempo. Os resultados serão somados simplesmente. Se após 60 minutos não tiver  condições para continuar, será encerrada a prova e considerada a classificação no momento da interrupção como o RESULTADO FINAL DA CORRIDA.

 

B ­ PANE NO SISTEMA DE CRONOMETRAGEM

Serão adotados os mesmos procedimentos para o caso de chuva.

 

C­ OUTRAS INTERCORRÊNCIAS NÃO PREVISTAS

Caberá á COMISSÃO ORGANIZADORA, após considerações, a decisão final.

 

VII – PENALIZAÇÕES

Serão aplicadas pelo Diretor de Prova quando ocorrer descumprimento das regulamentações. Poderão ser aplicadas aos pilotos ou membros de sua equipe. A todas as penalizações, caso o penalizado deseje, caberá recurso a Diretoria Geral do Evento, resguardando assim o princípio da ampla defesa.

O Diretor de Prova informará o piloto o motivo da penalização de maneira clara e objetiva.

As penalizações abaixo serão aplicadas de acordo com a gravidade da situação ou a intenção de prejudicar, agredir ou desrespeitar quaisquer participantes, pilotos, gandulas, organizadores, público, durante a prova.

O Diretor de prova confirmará a penalização da seguinte forma: “Piloto n. XXX você está sendo penalizado (advertência verbal ou “stop and go” ou “time penalty”), por tal conduta”

 

A ­ ADVERTÊNCIA VERBAL

Nos casos que não interfiram na performance do pilotos adversários, como por exemplo: uso de termos de baixo calão e pilotagem de forma irregular, o Diretor de prova aplicar a advertência verbal.

 

B ­ “STOP AND GO”

Nos casos que interfiram na performance dos pilotos, ou seja, falta de condições técnicas do equipamento e/ou pilotagem de forma a causar prejuízos ( acidentes graves ) aos demais pilotos;

Ofensas pessoais;

Na segunda advertência verbal.

B.1 – Procedimento para cumprir o “stop and go”

Após o piloto ser avisado de sua punição, o mesmo tem o prazo de 3 voltas para fazê-­lo, sob pena de desclassificação (seja do hit de tomada de tempo, seja das corridas);

O cumprimento da penalização será da seguinte forma: O piloto entrará no box; o seu mecânico levantará o carro e soltará (sem mexer no carro ou interferência do mecânico);

Após cumprir a penalização, o mecânico poderá mexer no carro e abastecer se necessário.

 

C “TIME PENALTY”

Quando o piloto já tiver sido advertido com o “stop and go” toda e qualquer penalidade resultará no“time penalty”;

Se houver mais de um mecânico no grid de largada;

A queima de largada nas corridas;

C.1 – Procedimento para cumprir o “time penalty”

A penalidade do time penalty é quando o Diretor determina que o piloto entre no box, pare na mão do seu mecânico e fique com o carro no ”ar” por 10 (dez) segundos (sem mexer no carro ou interferência do mecânico);

A contagem do time penalty será feita pelo Diretor de Provas, quando o mecânico tirar o carro do solo;

Após o piloto ser avisado de sua punição, o mesmo tem o prazo de 3 voltas para fazê­lo, sob pena de desclalificação (seja do hit de tomada de tempo, seja das corridas);

C.2 ­ Desqualificação

No 3° time penalty do piloto.

Casos de irregularidades na vistoria técnica após a prova, ou deixar de apresentar o veículo para a vistoria após as tomadas de tempo, sub finais e final;

Nenhum carro poderá permanecer na prova caso seu sistema de escapamento ( pipa ), tenha caído, furado, quebrado, soltado; caso a bolha esteja solta; caso o seu carro não esteja funcionando regularmente; nestes casos o piloto deverá parar no box e consertar seu carro imediatamente, no caso de insistência em permanecer na pista, o piloto será desqualificado da prova  que estiver participando;

No término da prova final nenhum piloto deverá entrar nos boxes com seu carro, devendo parar seu carro no grid de largada, onde somente o Diretor Técnico terá acesso aos carros (nenhum mecânico deverá ter acesso aos carros antes do Diretor técnico que se responsabilizará em retirar os sensores dos carros e esvaziar o tanque de combustível para proceder a vistoria, inclusive do próprio combustível utilizado), caso outra pessoa tenha acesso ao carro antes do Diretor Técnico, o piloto será desqualificado da prova;

Após a vistoria téncica do veículo, caso seja apontada alguma irregularidade, o piloto será desclassificado da prova;

Caso ocorra qualquer motivo de desqualificação, o piloto será eliminado da prova em andamento (Tomada, sub finais, e final), ou seja, todos os seus resultados serão validos até a prova anterior na qual houve a desqualificação;

A prova que ocorreu a desqualificação não poderá ser usada como descarte e o piloto receberá zero ponto;

Briga (contato físico / agressão) entre pilotos ou mecânicos.

 

D ­ PENALIZAÇÕES / RECURSOS

Somente será aceito o recurso contra resultados feito pelo próprio piloto e entregue em mãos ao diretor de prova/assistente diretor de prova.

A organização somente aceitara o recurso contra resultado/penalizações no prazo de 10 minutos após a publicação do resultado em questão. Em todas as provas, tomadas de tempo e treino cronometrado.

D.1 – Eliminação do Campeonato

Nos casos de fraude intencional do regulamento (exemplo: troca de carro ou chassis sem permissão da direção de prova, troca de pilotos durante o evento)

Na segunda desqualificação.

Nos casos de agressões físicas.

Os pilotos desclassificados / suspensos não pontuarão nas respectivas provas e poderão ser suspenso da próxima etapa do Campeonato, de acordo com a decisão da comissão organizadora.

 

VIII ­ PONTUAÇÃO, PILOTOS, CAMPEONATO E PREMIAÇÃO

A – PONTUAÇÃO DE CORRIDA

Será atribuída a pontuação da etapa por piloto conforme tabela EFRA 2014 abaixo:

Posição Final da Etapa / Pontos

1 º, 50 / 2 º,47 / 3 º,45 / 4 º,44 / 5 º,43/ 6 º,42 / 7 º,41 / 8 º,40 / 9 º,39 / 10 º,38 / 11 º,35 / 12 º,34 /13 º,33 / 14 º,32 / 15 º,31 / 16 º,30 / 17 º,29 / 18º,28 / 19 º,27 / 20 º,26 / 21 º,25 / 22 º,24 / 23 º,23/24 º,22 / A partir de 25 º diminui 1 ponto

A.1 – PONTUAÇÃO EXTRA

Será atribuído 2 pontos ao Top Qualify (ao 1° lugar da tomada de tempo)

A.2 – DESCARTE

Todo piloto terá a pior posição durante as etapas descartada.

Caso o piloto não compareça a Etapa será atribuído 0 (Zero) pontos e será permitido o descarte sem a necessidade de pagamento da etapa.

A.3 PONTUAÇÃO NA ÚLTIMA ETAPA

Será atribuída a pontuação em dobro na última etapa, a saber, a 7ª (sétima) etapa do Campeonato.

 

B – CAMPEÃO PARANAENSE DE 2016:

O Campeonato será dividido em 9 (nove) etapas. Feita a soma dos pontos de cada uma delas e descontado o descarte será declarado o CAMPEÃO, aquele que somar o maior número de pontos.

B.1 – CATEGORIAS

O Campeonato seguirá as categorias a seguir:

Categoria Buggy PRO (piloto gold) – É destinada aos pilotos de alta performance, que correm profissionalmente,  ou patrocinados; campeão, vice-campeão, 3° ou 4° lugares da categoria OPEN do ano anterior; facultativo para o 5° ou  6° Lugares na Categoria OPEN do ano anterior; ter competido no ano anterior na Categoria PRO ou similar; ter classificação superior a 5° em qualquer campeonato regional;

Categoria Buggy SPORT (piloto silver) – Destinada aos pilotos iniciantes; não ter ganho nenhuma etapa na PRO do ano anterior; não ter classificado entre os 12 primeiros no Campeonato Brasileiro, Sul americano ou Mundial do ano anterior; não ter sido campeão, vice-campeão, 3° ou 4° Lugares da categoria OPEN do ano anterior

Categoria Truggy – Destinada a todos os pilotos.

(A distinção da categoria do piloto tem como objetivo incentivar novos pilotos, visando o crescimento da categoria. Foi um pedido feitos pelo pilotos iniciantes. Iremos testar durante esse ano)

FICA A CRITÉRIO DA COMISSÃO ORGANIZADORA AVALIAR POSSIVEIS ALTERAÇÕES COM CONHECIMENTO PRÉVIO DO PILOTO.

O campeonato não se distingue entre Pilotos e sim entre as Categorias (Buggy PRO, Buggy  SPORT e TRUGGY)

 

C – PREMIAÇÃO

Será entrega troféus para os 5 primeiros lugares de cada Categoria (Buggy PRO, Buggy OPEN e Truggy)

 

IX – ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

BUGGY:

Motor ­ Até 3,5cc (.21 pol./cub) de preparação livre;

Combustível a ser utilizado no campeonato: livre;

Peso ­ 3.225Gr (mínimo com tanque vazio e com Transponder) (tolerância: – 5g);

Distância entre eixos ­ de 270 a 330mm, Comprimento até 550mm;

Aerofólio/Asa: largura máxima 217mm e corda de 77mm;

Altura – Até 250mm comprimindo da parte superior da asa até o solo;

Largura – até 310mm;

Pneus de borracha pretos, não sendo permitido o uso de aditivos ou outros equipamentos (Exemplo:colocação de tachas ou pregos na banda de rodagem). Largura máxima permitida: 46.99mm

Escapamento (pipa) – somente pipas aprovadas pela IFMAR (sua pipa deve apresentar uma das seguintes inscrições: EFRA, FEMCO ou ROAR, seguidos do numero de seu registro. Exemplo: EFRA 9853)

Tanque de combustível: até 125 ml (tolerância de 1ml), contando com a quantidade que fica na mangueira, bem como no filtro de combustível, caso o carro possua este acessório. Caso seja necessário colocar algum equipamento para reduzir a capacidade, o mesmo deverá estar afixado no tanque. Não serão permitidos equipamentos soltos dentro do tanque, que possam ser removidos sem o uso de ferramentas.

Somente serão aceitas bolhas do tipo buggy em tamanho 1/8.

Durante a prova o piloto poderá trocar a bolha que estiver utilizando, desde que a mesma esteja de acordo com a regulamentação de prova, e que o número de inscrição colado na bolha anteriormente usada, seja transferido para a mesma. Esta bolha deverá ser vistoriada pelo Diretor Técnico da prova para a liberação do seu uso.

A pintura da janela dianteira e as lateais não podem ser pintadas, podendo, no entanto, ser escurecidas tipo rayban. As equipes participantes não poderão aplicar a mesma pintura para as bolhas de seus pilotos, deverá haver pelos menos 1/3 de modificação entre as pinturas para que a direção de prova e os pilotos possam identificar a longo alcance o piloto que está conduzindo o carro.

TRUGGY:

Motor: de até .28 (4,6cc) preparação livre;

Peso: mínimo de 4.000g ou 4Kg com transponder e tanque vazio; (tolerância de 5g)

Entre eixo (A) – 12,0 pol – mínimo;

Pneus de borracha pretos, não sendo permitido o uso de aditivos ou outros equipamentos (Exemplo: colocação de tachas ou pregos na banda de rodagem).

Escapamento (pipa) – somente pipas aprovadas pela IFMAR (sua pipa deve apresentar uma das seguintes inscrições: EFRA, FEMCO ou ROAR, seguidos do numero de seu registro. Exemplo: EFRA 9853)

Tanque de combustível: até 150 ml(tolerância de 1ml), contando com a quantidade que fica na mangueira, bem como no filtro de combustível, caso o carro possua este acessório. Caso seja necessário colocar algum equipamento para reduzir a capacidade, o mesmo deverá estar afixado no tanque. Não serão permitidos equipamentos soltos dentro do tanque, que possam ser removidos sem o uso de ferramentas.

Bolhas:somente serão aceitas bolhas do tipo Truggy.

Durante a prova o piloto poderá trocar a bolha que estiver utilizando, desde que a mesma esteja de acordo com a regulamentação de prova, e que o número de inscrição colado na bolha anteriormente usada, seja transferido para a mesma. Esta bolha deverá ser vistoriada pelo Diretor Técnico da prova para a liberação do seu uso.

Pintura:A janela dianteira e as laterais não deverão ser pintadas, podendo, no entanto, ser escurecidas “tipo rayban”.

As equipes participantes não poderão aplicar a mesma pintura para as bolhas de seus pilotos, deverá haver pelos menos 1/3 de modificação entre as pinturas para que a direção de prova e os pilotos possam identificar a longo alcance o piloto que está conduzindo o carro.

ATENÇÃO: Caso seja apontada alguma irregularidade com relação as especificações técnica do carro (Buggy e Truggy), o piloto será desqualificado do hit ou desclassificado da corrida.

 

 

Declaro estar ciente e de acordo com o regulamento do CAMPEONATO PARANAENSE DE RC 1/8 OFF ROAD BUGGY & 1/8 TRUGGY 2016, isentando os organizadores da total responsabilidade de quaisquer ocorrências que possam vir a ocorrer, tais como furtos, roubos e acidentes no decorrer do evento.

 

 


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